A Revista Nova Escola, uma publicação da Editora Abril, apresenta em sua edição de Maio, uma matéria sobre Educação das mais atuais.
Coms o titulo SUPERANDO O ATRASO, a repórter Amanda Polato discute as adaptações nos currículos e no planejamento estratégico de ensino para atender os alunos com defasagens nas redes e escolas.
Para elaborar o texto, inúmeros educadores de todo o Brasil foram entrevistados e manifestaram suas opiniões.
Entre os docentes entrevistados, está a Profª Drª Juliana Z. Nutti, professora da UNICEP e coordenadora do curso de Pós-Graduação em Especialização em Psicopedagogia, oferecido pela UNICEP há mais de 10 anos, sempre com muito sucesso, formando excelentes profissionais, que estão muito bem no mercado de trabalho.
Os trechos em que a Profª Juliana se manifesta estão transcritos abaixo e demonstram todo o conhecimento que a mesma tem dos problemas educacionais, especificamente os relacionados com as dificuldades de aprendizagem.
Manter turmas menores é quase uma regra tanto em projetos de aceleração como de apoio pedagógico. "Alunos com grande defasagem de aprendizado precisam de maior atenção", defende Juliana Zantut Nutti, professora do Centro Universitário Central Paulista (Unicep), em São Carlos, a 231 quilômetros de São Paulo, com doutorado sobre classes de aceleração pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Segundo a pesquisa de Juliana Nutti, professores de aceleração ou reforço que têm mais sucesso são os que conseguem traduzir bem a política da rede para o dia-a-dia. "É importante que o docente tenha flexibilidade, capacidade de criar e de inovar, acrescente coisas da sua experiência profissional e frequente aulas de formação continuada", enumera.
Uma questão difícil para quem leciona para jovens e crianças com defasagem de aprendizado ou reprovações no histórico é a discriminação. "Os alunos têm uma visão negativa de si mesmos. Não se sentem capazes de aprender", comenta Juliana. Qualquer que seja a estratégia adotada pela rede ou pela escola, esse é um paradigma a ser quebrado.
A Profª Juliana ainda foi convidada – e aceitou – participar de um suplemento mensal da Revista, chamado “O que e como apreender”, como colaboradora fixa.
No Brasil, há mais de 8.7 milhões de alunos do Ensino Fundamental em serie incompatível com a idade, segundo a Revista, apoiando-se em dados do Censo Escolar de 2007.
Para discutir mais sobre este tema, os interessados poderão contatar a Profª Juliana, através do e-mail posgraduacao@unicep.com.br.